terça-feira, setembro 01, 2015

Sintonia entre olhar e poesia




Cansadas das ondas do marulhar,
duas gaivotas buscam a solidão
num parque ajardinado qual rincão,
para seus cuidados desabafar.

Se meu bando pudesse alimentar,
- disse uma- ficaria aqui. Tu, não?
Impossível.Outra é nossa condição.
Mas voltaremos para conversar.

A sombra do arvoredo as seduziu.
Os beijos mornos da tépida brisa
nas copas a Natureza consentiu.

Tanta beleza e paz as paralisa.
Acreditar? Só quem tudo isto viu!
Da ajuda do Homem Deus nem sempre precisa...


Agostinho Alves Fardilha (o meu pai)
Coimbra
11-5-1926/ 23-4-2015

domingo, agosto 30, 2015

sexta-feira, agosto 28, 2015

terça-feira, agosto 25, 2015

Pelos caminhos de Portugal...


Cemitério das Âncoras - Praia do Barril - Tavira

Aqui foram deixadas estas âncoras utilizadas na pesca do atum ao longo dos tempos! Antigas âncoras usadas nas armações de captura de atum.
Este cemitério encontra-se em Pedras D`el Rei, na praia do Barril, em Tavira.
Estas âncoras eram usadas nas antigas Armações de pesca ao Atum e Sardinha.






quarta-feira, agosto 19, 2015

domingo, agosto 16, 2015

Pelos caminhos de Portugal...



Salinas de Tavira


A capacidade de produção é de 60 a 80 toneladas de Flor de sal e de 800 a 1000 toneladas de sal Tradicional. A sua localização no Parque Natural da Ria Formosa, a 500m da barra de Tavira onde a qualidade das argilas que estão implantadas, o seu posicionamento relativamente à entrada de água do oceano e ainda, o mais importante, a qualidade do produto final, comprovada por uma simples visita às salinas e análises realizadas, ao produto final, proveniente desta salina, efectuadas pelas certificadoras. Esta unidade de produção situa-se junto do parque de estacionamento do mercado Municipal de Tavira e está implantada numa área longe de esgotos, estações de tratamento, rios e outras áreas, ocasionalmente, perigosas em matéria de poluição proveniente de terceiros alheios à produção.
















quinta-feira, agosto 13, 2015

segunda-feira, agosto 10, 2015

Pelos caminhos de Portugal...

RIO ALCOBAÇA (ALCOA e BAÇA)

Não sendo um tema pacífico, o “rio ALCOBAÇA” não existe. Este será o nome atribuído pela população a uma parte do rio Alcoa, depois da sua junção com o rio Baça, em Alcobaça.
O rio desagua no Oceano Atlântico junto à vila de Nazaré.

O “Rio ALCOA” nasce acima de Chiqueda, em Aljubarrota, no concelho de Alcobaça, distrito leiriense, alcançando a cidade 7 quilómetros logo após a sua nascente. Ali se junta ao rio Baça, desaguando depois no Oceano Atlântico, a 12 quilómetros de Alcobaça, perto da Nazaré, e após haver percorrido os 19 quilómetros de extensão.

O “Rio BAÇA” é um pequeno curso de água que nasce junto a Vimeiro, no concelho de Alcobaça. Nesta cidade junta-se ao rio Alcoa para formar o “inexistente” Rio Alcobaça.








Junção dos rios Alcoa e Baça


Rio Alcobaça


Rio Alcobaça


Rio Alcobaça


Rio Alcobaça


Mona Lisa " Animada"

ShareThis